Sejam bem vindos ao Ametista de Luz,
Ametista de Luz é um blog que vem para somar, nunca para competir ou dividir. Estou aqui, à luz da Universalidade Crística que habita em meu coração. Minha religião é Deus e EU SOU LIVRE, pois EU SOU O QUE EU SOU.
Ametista de Luz, representa o caminho que venho trilhando na busca pela minha evolução como ser humano e espiritual e da responsabilidade com a vida ao meu redor. Decidi que era hora de dividir com vocês aquilo em que acredito, aquilo que tenho buscado e o que tenho aprendido. Não tenho intenções de forçar ou violentar consciências, pois cada um é livre para crer ou não e naquilo que quiser. Este blog tem por objetivo levar, agregar conhecimentos, alargar conceitos, desmistificar, permitir novos olhares sobre coisas velhas e estagnadas, descortinar coisas que para muitos ainda estão escondidas.Que através dos conhecimentos diversos das diferentes doutrinas, religiões, filosofias, teosofias que este singelo serviço de amor e luz possa iluminar as vidas de todos aqueles que o acessarem, ajudando-os assim a expandirem suas consciências rumo ao divino que todos somos.Nunca esquecendo que não existem verdades absolutas no Universo e que ninguém é dono dela.
Que eu possa partilhar com vocês essa busca e esse caminho de pura luz que emana de meus Amados Mestre Jesus, o Christo e de Mestre Saint Germain, o Avatar dessa Era da Chama Violeta ou Era de Aquário e da Equipe Espiritual que me guia.
Paz e Luz, Namastê, Axé, Aranauam, Saravá, Motumbá, Salve, Shalom, Kolofé, Shaumbra, Mitakue Oyasin...!!! Anna Aguyrre

quinta-feira, 7 de maio de 2015

AS UMBANDAS DENTRO DA UMBANDA

Olá queridos Leitores, Amigos e Seguidores deste Blog Ametista de Luz, encontrei esse estudo muito interessante, é uma grande pesquisa, um texto longo, mas muito pontual com relação aos digamos sistemas de Umbanda existentes em nosso País. Sabemos que por não haver uma codificação umbandista, a Umbanda se repartiu em várias formas e aspectos de ser cultuada nesse imenso Brasil, incorporando inclusive regionalismos, mas sem perder a sua caracteristica principal que tem por base o trabalho dos Falangeiros de Orixás, Caboclos, dos Pretos Velhos, das Crianças, Exus e o principal objetivo a CARIDADE (Pois como disse Allan Kardec: "fora da caridade não há salvação"). Cada Casa de Umbanda é unica, e urge que todas respeitem a forma do outro trabalhar se não for igual a sua.





Após pouco mais de 100 anos de fundação da Umbanda pelo Caboclo das Sete Encruzilhadas, essa religião cresceu e se diversificou, dando origem a diferentes vertentes que têm a mesma essência por base: a manifestação dos espíritos para a caridade.

O surgimento dessas diferentes vertentes é conseqüência do grau com que as características de outras práticas religiosas e/ou místicas foram absorvidas pela Umbanda em sua expansão pelo Brasil, reforçando o sincretismo que a originou e que ainda hoje é sua principal marca.

Embora essa classificação tenha sido elaborada por mim (ela não é fruto de um consenso entre os umbandistas e nem é adotada por outros estudiosos da religião), a mesma revela-se uma forma útil de condensar as diferentes práticas existentes, possibilitando um melhor estudo das mesmas.

Umbanda Branca e Demanda

Outros nomes: É também conhecida como: Alabanda; Linha Branca de Umbanda e Demanda; Umbanda Tradicional; Umbanda de Mesa Branca; Umbanda de Cáritas; e Umbanda do Caboclo das Sete Encruzilhadas.

Origem: É a vertente fundamentada pelo Caboclo das Sete Encruzilhadas, por Pai Antônio e Orixá Malê, através do seu médium, Zélio Fernandino de Morais (10/04/1891 – 03/10/1975), surgida em São Gonçalo, RJ, em 16/11/1908, com a fundação da Tenda Espírita Nossa Senhora da Piedade.

Foco de divulgação: O principal foco de divulgação dessa vertente é a Tenda Espírita Nossa Senhora da Piedade.

Orixás: Considera que orixá é um título aplicado a espíritos que alcançaram um elevado patamar na hierarquia espiritual, os quais representam, em missões especiais, de prazo variável, o alto chefe de sua linha. É pelos seus encargos comparável a um general: ora incumbido da inspeção das falanges, ora encarregado de auxiliar a atividade de centros necessitados de amparo, e, nesta hipótese fica subordinado ao guia geral do agrupamento a que pertencem tais centros. Acredita que existam 126 orixás, distribuídos em 07 linhas espirituais de trabalho. Os altos chefes de cada uma dessas sete linhas recebem o nome de um orixá nagô, embora não sejam entendidos como nas tradições africanas, existindo uma forte vinculação deles aos santos católicos.

Linhas de trabalho: Considera a existência de sete linhas de trabalho: de Oxalá (onde inclui os espíritos que se apresentam como Crianças), de Iemanjá, de Ogum, de Oxóssi, de Xangô, de Iansã e de Santo ou das Almas (onde inclui as almas recém-desencarnadas, os exus coroados, os exus batizados e as entidades auxiliares).

Entidades: Os trabalhos são realizados principalmente por Caboclos(as), Pretos(as) Velhos(as) e Crianças e não há giras para Boiadeiros, Baianos, Ciganos, Malandros, Exus e Pombagiras.

Ritualística: A roupa branca é a única vestimenta usada pelos médiuns durante as giras e encontra-se o uso de guias, imagens, fumo, defumadores, velas, bebidas e pontos riscados nos trabalhos, porém os atabaques não são utilizados nas cerimônias.

Livros doutrinários: Esta vertente usa os seguintes livros como principais fontes doutrinárias: “O livro dos espíritos”; “O livro dos médiuns”; “O evangelho segundo o Espiritismo”; e “O Espiritismo, a magia e as sete linhas de Umbanda”.

Umbanda Kardecista

Outros nomes: É também conhecida como: Umbanda de Mesa Branca; Umbanda Branca; e Umbanda de Cáritas.

Origem: É a vertente com forte influência do Espiritismo, geralmente praticada em centros espíritas que passaram a desenvolver giras de Umbanda junto com as sessões espíritas tradicionais. É uma das mais antigas vertentes, porém não existe registro da data e do local inicial em que começou a ser praticada.

Foco de divulgação: Não existe um foco principal de divulgação dessa vertente na atualidade.

Orixás: Nesta vertente não existe o culto aos Orixás nem aos santos católicos.

Linhas de trabalho: Nesta vertente não é utilizada essa forma de agrupar as entidades.

Entidades: Os trabalhos de Umbanda são realizados apenas por Caboclos(as), Pretos(as) Velhos(as) e, mais raramente, Crianças.

Ritualística: A roupa branca é a única vestimenta usada pelos médiuns durante as giras e não são encontrados o uso de guias, imagens, fumo, defumadores, velas, bebidas e atabaques.

Livros doutrinários: Esta vertente usa os seguintes livros como principais fontes doutrinárias: “O livro dos espíritos”; “O livro dos médiuns”; “O evangelho segundo o Espiritismo”; “O céu e o inferno”; e “A gênese”.



Umbanda Mirim

Outros nomes: É também conhecida como: Aumbandã; Escola da Vida; Umbanda Branca; Umbanda de Mesa Branca; e Umbanda de Cáritas.

Origem: É a vertente fundamentada pelo Caboclo Mirim através do seu médium Benjamin Gonçalves Figueiredo (26/12/1902 – 03/12/1986), surgida no Rio de Janeiro, RJ, em 13/03/1924, com a fundação da Tenda Espírita Mirim.

Foco de divulgação: Os principais focos de divulgação dessa vertente são: a Tenda Espírita Mirim (matriz e filiais); e o Primado de Umbanda, fundado em 1952.

Orixás: Nesta vertente não existe o culto aos santos católicos e os Orixás foram reinterpretados de maneira totalmente distinta das tradições africanas, não havendo nenhuma vinculação dos mesmos com elas. Considera a existência de nove Orixás: Oxalá, Ogum, Oxóssi, Xangô, Obaluaiê, Iemanjá, Oxum, Iansã e Nanã.

Linhas de trabalho: Considera a existência de sete linhas de trabalho: de Oxalá, de Iemanjá (onde inclui Iemanjá, Oxum, Iansã, Nanã), de Ogum, de Oxóssi, de Xangô, do Oriente (onde agrupa as entidades orientais) e de Yofá (onde agrupa os Pretos-Velhos e as Pretas-Velhas).

Entidades: Os trabalhos são realizados principalmente por Caboclos(as), Pretos(as)-Velhos(as) e Crianças e não há giras para Exus e Pombagiras, uma vez que estes últimos não são considerados trabalhadores da Umbanda e sim da Quimbanda.

Ritualística: A roupa branca com pontos riscados bordados é a única vestimenta usada pelos médiuns durante as giras e encontra-se o uso de fumo, defumadores e a imagem de Jesus Cristo nos trabalhos, porém as guias, velas, bebidas, atabaques e demais imagens não são usados nas cerimônias, havendo o uso de termos de origem tupi para designar o grau dos médiuns nelas.

Livros doutrinários: Esta vertente usa os seguintes livros como principais fontes doutrinárias: “Okê, Caboclo”; “O livro dos espíritos”; “O livro dos médiuns”; e “O evangelho segundo o Espiritismo”.

Umbanda Popular

Outros nomes: É também conhecida como: Umbanda Cruzada; e Umbanda Mística.

Origem: É uma das mais antigas vertentes, fruto da umbandização de antigas casas de Macumbas, porém não existe registro da data e do local inicial em que começou a ser praticada. É a vertente mais aberta a novidades, podendo ser comparada, guardada as devidas proporções, com o que alguns estudiosos da religião identificam como uma característica própria da religiosidade das grandes cidades do mundo ocidental na atualidade, onde os indivíduos escolhem, como se estivessem em um supermercado, e adotam as práticas místicas e religiosas que mais lhe convêm, podendo, inclusive, associar aquelas de duas ou mais religiões.

Foco de divulgação: Não existe um foco principal de divulgação dessa vertente na atualidade, uma vez que não existe uma doutrina comum em seu interior. Entretanto, é a vertente mais difundida em todo o país.

Orixás: Nesta vertente encontra-se um forte sincretismo dos santos católicos com os Orixás, associados a um conjunto de práticas místicas e religiosas de diversas origens adotadas pela população em geral, tais como: rezas, benzimentos, simpatias, uso de cristais, incensos, patuás e ervas para o preparo de banhos de purificação e chás medicinais. Considera a existência de dez Orixás: Oxalá, Ogum, Oxóssi, Xangô, Obaluaiê, Iemanjá, Oxum, Iansã, Nanã e Ibejis. Em alguns lugares também são cultuados mais dois Orixás: Ossaim e Oxumaré.

Linhas de trabalho: Existem três versões para as linhas de trabalho nesta vertente:
- Na mais antiga, são consideradas a existência de sete linhas de trabalho: de Oxalá (onde inclui as Crianças), de Iemanjá (onde inclui Iemanjá, Oxum, Nanã), de Ogum, de Oxóssi, de Xangô (onde inclui Xangô e Iansã), do Oriente (onde agrupa as entidades orientais) e das Almas (onde agrupa os Pretos-Velhos e as Pretas-Velhas);
- Na intermediária, também são consideradas a existência de sete linhas de trabalho: de Oxalá, de Iemanjá (onde inclui Iemanjá, Oxum, Nanã), de Ogum, de Oxóssi, de Xangô (onde inclui Xangô e Iansã), das Crianças e das Almas (onde agrupa os Pretos-Velhos e as Pretas-Velhas);
- Na mais recente, são consideradas como linha de trabalho cada tipo de entidade: de Caboclos(as), de Pretos(as)-Velhos(as), de Crianças, de Baianos(as), etc.

Entidades: Os trabalhos são realizados por diversas entidades: Caboclos(as), Pretos(as)-Velhos(as), Crianças, Boiadeiros, Baianos(as), Marinheiros, Sereias, Ciganos(as), Exus, Pombagiras, Exus-Mirins e Malandros(as).

Ritualística: Embora a roupa branca seja a vestimenta principal dos médiuns, essa vertente aceita o uso de roupas de outras cores pelas entidades, bem como o uso de complementos (tais como capas e cocares) e de instrumentais próprios (espada, machado, arco, lança, etc.). Nela encontra-se o uso de guias, imagens, fumo, defumadores, velas, bebidas, cristais, incensos, pontos riscados e atabaques nos trabalhos.

Livros doutrinários: Esta vertente não possui um livro específico como fonte doutrinária.

Umbanda Omolocô

Outros nomes: É também conhecida como Umbanda Traçada.

Origem: É fruto da umbandização de antigas casas de Omolocô, porém não existe registro da data e do local inicial em que começou a ser praticada. Começou a ser fundamentada pelo médium Tancredo da Silva Pinto (10/08/1904 – 01/09/1979) em 1950, no Rio de Janeiro, RJ.

Foco de divulgação: Os principais focos de divulgação dessa vertente são: os noves livros escritos por Tancredo da Silva Pinto; as tendas criadas por seus iniciados; e o livro “Umbanda Omolocô”, escrito por Caio de Omulu.

Orixás: Nesta vertente encontra-se um forte sincretismo dos Orixás com os santos católicos, sendo que aqueles estão vinculados às tradições africanas, principalmente as do Omolocô. Considera a existência de nove Orixás: Oxalá, Ogum, Oxóssi, Xangô, Obaluaiê, Iemanjá, Oxum, Iansã e Nanã.

Linhas de trabalho: Considera como linha de trabalho cada tipo de entidade: de Caboclos(as), de Pretos(as)-Velhos(as), de Crianças, de Baianos, etc.

Entidades: Os trabalhos são realizados por diversas entidades: Falangeiros de Orixá, Caboclos(as), Pretos(as)-Velhos(as), Crianças, Boiadeiros, Baianos(as), Marinheiros, Sereias, Ciganos(as), Exus, Pombagiras e Malandros(as).

Ritualística: Embora a roupa branca seja a vestimenta principal dos médiuns, essa vertente aceita o uso de roupas de outras cores pelas entidades, bem como o uso de complementos (tais como capas e cocares) e de instrumentais próprios (espada, machado, arco, lança, etc.). Nela encontra-se o uso de guias, imagens, fumo, defumadores, velas, bebidas, cristais, incensos, pontos riscados e atabaques nos trabalhos. Nesta vertente também são utilizadas algumas cerimônias de iniciação e avanço de grau semelhantes à forma como são realizadas no Omolocô, incluindo o sacrifício de animais.

Livros doutrinários: Esta vertente usa os seguintes livros como principais fontes doutrinárias: “A origem de Umbanda”; “As mirongas da Umbanda”; “Cabala Umbandista”; “Camba de Umbanda”; “Doutrina e ritual de Umbanda”; “Fundamentos da Umbanda”; “Impressionantes cerimônias da Umbanda”; “Tecnologia ocultista de Umbanda no Brasil”; e “Umbanda: guia e ritual para organização de terreiros”.

Umbanda Almas e Angola

Outros nomes: É também conhecida como Umbanda Traçada.

Origem: É fruto da umbandização de antigas casas de Almas e Angola, porém não existe registro da data e do local inicial em que começou a ser praticada.

Foco de divulgação: Não existe um foco principal de divulgação dessa vertente na atualidade, uma vez que não existe uma doutrina comum em seu interior.

Orixás: Nesta vertente encontra-se um forte sincretismo dos Orixás com os santos católicos, sendo que aqueles estão vinculados às tradições africanas, principalmente as do Almas e Angola. Considera a existência de nove Orixás: Oxalá, Ogum, Oxóssi, Xangô, Obaluaiê, Iemanjá, Oxum, Iansã e Nanã.

Linhas de trabalho: Considera a existência de sete linhas de trabalho: de Oxalá, do Povo d’Água (onde inclui Iemanjá, Oxum, Nanã e Iansã), de Ogum, de Oxóssi, de Xangô, das Beijadas (onde agrupa as Crianças) e das Almas (onde inclui Obaluaiê e agrupa os Pretos-Velhos e as Pretas-Velhas).

Entidades: Os trabalhos são realizados por diversas entidades: Falangeiros de Orixá, Caboclos(as), Pretos(as)-Velhos(as), Crianças, Boiadeiros, Baianos(as), Marinheiros, Exus e Pombagiras.

Ritualística: Embora a roupa branca seja a vestimenta principal dos médiuns, essa vertente aceita o uso de roupas de outras cores pelas entidades, bem como o uso de complementos (tais como capas e cocares) e de instrumentais próprios (espada, machado, arco, lança, etc.). Nela encontra-se o uso de guias, imagens, fumo, defumadores, velas, bebidas, cristais, incensos, pontos riscados e atabaques nos trabalhos. Nesta vertente também são utilizadas algumas cerimônias de iniciação e avanço de grau semelhantes à forma como são realizadas no Almas e Angola, incluindo o sacrifício de animais.

Livros doutrinários: Esta vertente não possui um livro específico como fonte doutrinária.

Umbandomblé

Outros nomes: É também conhecida como Umbanda Traçada.

Origem: É fruto da umbandização de antigas casas de Candomblé, notadamente as de Candomblé de Caboclo, porém não existe registro da data e do local inicial em que começou a ser praticada. Em alguns casos, o mesmo pai-de-santo (ou mãe-de-santo) celebra tanto as giras de Umbanda quanto o culto do Candomblé, porém em sessões diferenciadas por dias e horários.

Foco de divulgação: Não existe um foco principal de divulgação dessa vertente na atualidade.

Orixás: Nesta vertente existe um culto mínimo aos santos católicos e os Orixás são fortemente vinculados às tradições africanas, principalmente as da nação Ketu, podendo inclusive ocorrer a presença de outras entidades no panteão que não são encontrados nas demais vertentes da Umbanda (Oxalufã, Oxaguiã, Ossain, Obá, Ewá, Logun-Edé, Oxumaré).

Linhas de trabalho: Considera como linha de trabalho cada tipo de entidade: de Caboclos(as), de Pretos(as)-Velhos(as), de Crianças, de Baianos, etc.

Entidades: Os trabalhos são realizados por diversas entidades: Falangeiros de Orixá, Caboclos(as), Pretos(as)-Velhos(as), Crianças, Boiadeiros, Baianos(as), Marinheiros, Sereias, Ciganos(as), Exus, Pombagiras e Malandros(as).

Ritualística: Embora a roupa branca seja a vestimenta principal dos médiuns, essa vertente aceita o uso de roupas de outras cores pelas entidades, bem como o uso de complementos (tais como capas e cocares) e de instrumentais próprios (espada, machado, arco, lança, etc.). Nela encontra-se o uso de guias, imagens dos Orixás na representação africana, fumo, defumadores, velas, bebidas e atabaques nos trabalhos. Nesta vertente também são utilizadas algumas cerimônias de iniciação e avanço de grau semelhantes à forma como são realizadas nos Candomblés, incluindo o sacrifício de animais, podendo ser encontrado, também, curimbas cantadas em línguas africanas (banto ou iorubá).

Livros doutrinários: Esta vertente não possui um livro específico como fonte doutrinária.

Umbanda Eclética Maior

Outros nomes: Não possui.

Origem: É a vertente fundamentada por Oceano de Sá (23/02/1911 – 21/04/1985), mais conhecido como mestre Yokaanam, surgida no Rio de Janeiro, RJ, em 27/03/1946, com a fundação da Fraternidade Eclética Espiritualista Universal.

Foco de divulgação: Os principais focos de divulgação dessa vertente são a sede da fraternidade e suas regionais.

Orixás: Nesta vertente existe uma forte vinculação dos Orixás aos santos católicos, sendo que aqueles foram reinterpretados de maneira totalmente distinta das tradições africanas, não havendo nenhuma vinculação dos mesmos com elas. Considera a existência de pelo menos nove Orixás: Oxalá, Ogum, Ogum de Lei, Oxóssi, Xangô, Xangô-Kaô, Yemanjá, Ibejês e Yanci, sendo que um deles não existe nas tradições africanas (Yanci) e alguns deles seriam considerados manifestações de um Orixá em outras vertentes (Ogum de Lei/Ogum e Xangô-Kaô/Xangô).

Linhas de trabalho: Considera a existência de sete linhas de trabalho, fortemente associadas a santos católicos: de São Jorge (Ogum), de São Sebastião (Oxóssi), de São jerônimo (Xangô), de São João Batista (Xangô-Kaô), de São Custódio (Ibejês), de Santa Catarina de Alexandria (Yanci) e São Lázaro (Ogum de Lei).

Entidades: Os trabalhos são realizados principalmente por Caboclos(as), Pretos(as)-Velhos(as), e Crianças.

Ritualística: A roupa branca é a vestimenta usada pelos médiuns durante as giras e encontra-se o uso de uma cruz, um quadro com o rosto de Jesus Cristo, velas, porém os atabaques, as guias, as bebidas e fumo não são utilizados nas cerimônias.

Livros doutrinários: Esta vertente usa os seguintes livros como principais fontes doutrinárias: “Evangelho de Umbanda”; “Manual do instrutor eclético universal”; “Yokaanam fala à posteridade”; e “Princípios fundamentais da doutrina eclética”.

Aumbhandã

Outros nomes: É também conhecida como: Umbanda Esotérica; Aumbhandan; Conjunto de Leis Divinas; Senhora da Luz Velada; e Umbanda de Pai Guiné.

Origem: É a vertente fundamentada por Pai Guiné de Angola através do seu médium Woodrow Wilson da Matta e Silva, também conhecido com mestre Yapacani (28/06/1917 – 17/04/1988), surgida no Rio de Janeiro, RJ, em 1956, com a publicação do livro “Umbanda de todos nós”. Sua doutrina é fortemente influenciada pela Teosofia, pela Astrologia, pela Cabala e por outras escolas ocultistas mundiais e baseada no instrumento esotérico conhecido como Arqueômetro, criado por Saint Yves D’Alveydre e com o qual se acredita ser possível conhecer uma linguagem oculta universal que relaciona os símbolos astrológicos, as combinações numerológicas, as relações da cabala e o uso das cores.

Foco de divulgação: Os principais focos de divulgação dessa vertente são: os noves livros escritos por Matta e Silva; e as tendas e ordens criadas por seus discípulos.

Orixás: Nesta vertente não existe o culto aos santos católicos e os Orixás foram reinterpretados de maneira totalmente distinta das tradições africanas, não havendo nenhuma vinculação dos mesmos com elas. Considera a existência de sete Orixás: Orixalá, Ogum, Oxóssi, Xangô, Yemanjá, Yori, Yorimá, sendo que dois deles não existem nas tradições africanas (Yori e Yorimá).

Linhas de trabalho: Considera a existência de sete linhas de trabalho, que recebem o nome dos Orixás: de Oxalá, de Yemanjá, de Ogum, de Oxóssi, de Xangô, de Yori (onde agrupa as Crianças) e de Yorimá (onde agrupa os Pretos-Velhos e as Pretas-Velhas).

Entidades: Os trabalhos são realizados somente por Caboclos(as), Pretos(as)-Velhos(as), Crianças e Exus, sendo que estes últimos não são considerados trabalhadores da Umbanda e sim da Quimbanda.

Ritualística: A roupa branca é a vestimenta usada pelos médiuns durante as giras e encontra-se o uso de guias feitas de elementos naturais, um quadro com o rosto de Jesus Cristo, fumo, defumadores, velas, bebidas, cristais e tábuas com ponto riscado nos trabalhos, porém os atabaques não são utilizados nas cerimônias.

Livros doutrinários: Esta vertente usa os seguintes livros como principais fontes doutrinárias: “Doutrina secreta da Umbanda”; “Lições de Umbanda e Quimbanda na palavra de um Preto-Velho”; “Mistérios e práticas da lei de Umbanda”; “Segredos da magia de Umbanda e Quimbanda”; “Umbanda de todos nós”; “Umbanda do Brasil”; “Umbanda: sua eterna doutrina”; “Umbanda e o poder da mediunidade”; e “Macumbas e Candomblés na Umbanda”.

Umbanda Guaracyana

Outros nomes: Não possui.

Origem: É a vertente fundamentada pelo Caboclo Guaracy através do seu médium Sebastião Gomes de Souza (1950 – ), mais conhecido como Carlos Buby, surgida em São Paulo, SP, em 02/08/1973, com a fundação da Templo Guaracy do Brasil.

Foco de divulgação: Os principais focos de divulgação dessa vertente são os Templos Guaracys do Brasil e do Exterior.

Orixás: Nesta vertente não existe o culto aos santos católicos e os Orixás foram reinterpretados em relação às tradições africanas, havendo, entretanto, uma ligação dos mesmos com elas. Considera a existência de dezesseis Orixás, divididos em quatro grupos, relacionados aos quatro elementos e aos quatro pontos cardeais: Fogo/Sul (Elegbara, Ogum, Oxumarê, Xangô), Terra/Oeste (Obaluaiê, Oxóssi, Ossãe, Obá), Norte/Água (Nanã, Oxum, Iemanjá, Ewá) e Leste/Ar (Iansã, Tempo, Ifá e Oxalá).

Linhas de trabalho: Considera como linha de trabalho cada tipo de entidade: de Caboclos(as), de Pretos(as)-Velhos(as), de Crianças, de Baianos, etc.

Entidades: Os trabalhos são realizados por diversas entidades: Caboclos(as), Pretos(as)-Velhos(as), Crianças, Boiadeiros, Baianos(as), Marinheiros, Ciganos(as), Exus e Pombagiras.

Ritualística: Roupas coloridas (na cor do Orixá) são a vestimenta usada pelos médiuns durante as giras e encontra-se o uso de guias, fumo, defumadores, velas e atabaques nos trabalhos, porém não são utilizadas imagens e bebidas nas cerimônias.

Livros doutrinários: Esta vertente não possui um livro específico como fonte doutrinária.

Umbanda dos Sete Raios

Outros nomes: Não possui.

Origem: É a vertente fundamentada por Ney Nery do Reis (Itabuna, (26/09/1929 – ), mais conhecido como Omolubá, e por Israel Cysneiros, surgida no Rio de Janeiro, RJ, em novembro de 1978, com a publicação do livro “Fundamentos de Umbanda – Revelação Religiosa”

Foco de divulgação: Os principais focos de divulgação dessa vertente são as obras escritas por Omolubá e as tendas criadas por seus discípulos.

Orixás: Nesta vertente não existe o culto aos santos católicos e os Orixás foram reinterpretados em relação às tradições africanas. Considera a existência de doze Orixás, divididos em sete raios: 1º raio, Iemanjá e Nanã; 2º raio, Oxalá; 3º raio, Omulu; 4º raio, Oxóssi e Ossãe; 5º raio, Xangô e Iansã; 6º raio, Oxum e Oxumaré; e 7º raio, Ogum e Ibejs.

Linhas de trabalho: Considera como linha de trabalho cada tipo de entidade: de Caboclos(as), de Pretos(as)-Velhos(as), de Crianças, de Baianos, etc.

Entidades: Os trabalhos são realizados por diversas entidades: Caboclos(as), Pretos(as)-Velhos(as), Crianças, Orientais, Boiadeiros, Baianos(as), Marinheiros, Ciganos(as), Pilintras, Exus e Pombagiras.

Ritualística: Embora a roupa branca seja a vestimenta principal dos médiuns, essa vertente aceita o uso de roupas de outras cores pelas entidades, bem como o uso de complementos (tais como capas e cocares) e de instrumentais próprios (espada, machado, arco, lança, etc.). Nela encontra-se o uso de guias, imagens de entidades, fumo, defumadores, velas, bebidas, pontos riscados e atabaques nos trabalhos.

Livros doutrinários: Esta vertente possui os seguintes livros e periódicos como fonte doutrinária: “ABC da Umbanda: única religião nascida no Brasil”; “Almas e Orixás na Umbanda”; “Cadernos de Umbanda”; “Fundamentos de Umbanda: revelação religiosa”; “Magia de Umbanda: instruções religiosas”; “Manual prático de jogos de búzios”; “Maria Molambo: na sombra e na luz”; “Orixás, mitos e a religião na vida contemporânea”; “Pérolas espirituais”; “Revista Seleções de Umbanda”; “Tranca Ruas das Almas: do real ao sobrenatural”; “Umbanda, poder e magia: chave da doutrina”; e “Yemanjá, a rainha do mar”.

Aumpram

Outros nomes: É também conhecida como: Aumbandhã; e Umbanda Esotérica.

Origem: É a vertente fundamentada por Pai Tomé (também chamado Babajiananda) através do seu médium, Roger Feraudy (1923 – 22/03/2006), surgida no Rio de Janeiro, RJ, em 1986, com a publicação do livro “Umbanda, essa desconhecida”. Esta vertente é uma derivação da Aumbhandã, das quais foi se distanciando ao adotar os trabalhos de apometria e ao desenvolver a sua doutrina da origem da Umbanda: considera que esta religião surgiu a 700.000 anos em dois continentes míticos perdidos, Lemúria e Atlântida, que teriam afundado no oceano em um cataclismo planetário. Nestes continentes, os terráqueos teriam vivido junto com seres extraterrestres, os quais teriam ensinado aqueles sobre o Aumpram, a verdadeira lei divina.

Foco de divulgação: Os principais focos de divulgação dessa vertente são: os livros escritos por Roger Feraudy; e as tendas e fraternidades criadas por seus discípulos.

Orixás: Nesta vertente não existe o culto aos santos católicos e os Orixás foram reinterpretados de maneira totalmente distinta das tradições africanas, não havendo nenhuma vinculação dos mesmos com elas. Considera a existência dos 7 Orixás da Umbanda Esotérica (Oxalá, Yemanjá, Ogum, Oxóssi, Xangô, Yori e Yorimá) e mais Obaluaiê, o qual consideram o Orixá oculto da Umbanda.

Linhas de trabalho: Considera a existência de sete linhas de trabalho, que recebem o nome dos 7 Orixás: de Oxalá, de Yemanjá, de Ogum, de Oxóssi, de Xangô, de Yori (onde agrupa as Crianças) e de Yorimá (onde agrupa os Pretos-Velhos e as Pretas-Velhas).

Entidades: Os trabalhos são realizados somente por Caboclos(as), Pretos(as)-Velhos(as), Crianças e Exus, sendo que estes últimos não são considerados trabalhadores da Umbanda e sim da Quimbanda.

Ritualística: A roupa branca é a vestimenta usada pelos médiuns durante as giras e encontra-se o uso da imagem de Jesus Cristo, fumo, defumadores, velas, cristais e incensos nos trabalhos, porém as guias e os atabaques não são utilizados nas cerimônias.

Livros doutrinários: Esta vertente usa os seguintes livros como principais fontes doutrinárias: “Umbanda, essa desconhecida”; “Erg, o décimo planeta”; “Baratzil: a terra das estrelas”; e “A terra das araras vermelhas: uma história na Atlântida”.
Ombhandhum

Outros nomes: É também conhecida como: Umbanda Iniciática; Umbanda de Síntese; e Proto-Síntese Cósmica.

Origem: É a vertente fundamentada pelo médium Francisco Rivas Neto (1950 – ), mais conhecido como Arhapiagha, surgida em São Paulo, SP, em 1989, com a publicação do livro “Umbanda: a proto-síntese cósmica”. Esta vertente começou como uma derivação da Umbanda Esotérica, porém aos poucos foi se distanciando cada vez mais dela, conforme ia desenvolvendo sua doutrina conhecida como movimento de convergência, que busca um ponto de convergência entre as várias vertentes umbandistas. Nela existe uma grande influência oriental, principalmente em termos de mantras indianos e utilização do sânscrito, e há a crença de que a Umbanda é originária de dois continentes míticos perdidos, Lemúria e Atlântida, que teriam afundado no oceano em um cataclismo planetário.

Foco de divulgação: Os principais focos de divulgação dessa vertente são: o livro “Umbanda: a proto-síntese cósmica”; a Faculdade de Teologia Umbandista, fundada em 2003; o Conselho Nacional da Umbanda do Brasil, fundado em 2005; e as tendas e ordens criadas pelos discípulos de Rivas Neto.

Orixás: Nesta vertente não existe o culto aos santos católicos e os Orixás foram reinterpretados de maneira totalmente distinta das tradições africanas, não havendo nenhuma vinculação dos mesmos com elas. Considera a existência dos 7 Orixás da Umbanda Esotérica, associados, cada um deles, a mais um Orixá, de sexo oposto, formando um casal: Orixalá-Odudua, Ogum-Obá, Oxóssi-Ossaim, Xangô-Oyá, Yemanjá-Oxumaré, Yori-Oxum, Yorimá-Nanã. Por esta associação nota-se que alguns Orixás tiveram seu sexo modificado em relação a tradição africana (Odudua e Ossaim).

Linhas de trabalho: Considera a existência de sete linhas de trabalho, que recebem o nome dos Orixás principais do par: de Oxalá, de Yemanjá, de Ogum, de Oxóssi, de Xangô, de Yori (onde agrupa as Crianças) e de Yorimá (onde agrupa os Pretos-Velhos e as Pretas-Velhas).

Entidades: Os trabalhos são realizados somente por Caboclos(as), Pretos(as)-Velhos(as), Crianças e Exus, sendo que estes últimos não são considerados trabalhadores da Umbanda e sim da Quimbanda.

Ritualística: A roupa branca é a vestimenta usada pelos médiuns durante as giras de Umbanda e a roupa preta, associada ao vermelho e branco, nas de Exu, sendo admitidos o uso de complementos por sobre a roupa dos médiuns, tais como cocares de caboclos. Nela encontra-se o uso de guias, fumo, defumadores, velas, bebidas, cristais, atabaques e tábuas com ponto riscado nos trabalhos.

Livros doutrinários: Esta vertente usa o seguinte livro como principal fonte doutrinária: “Umbanda: a proto-síntese cósmica”.

Umbanda Sagrada

Outros nomes: Não possui.

Origem: É a vertente fundamentada por Pai Benedito de Aruanda e pelo Ogum Sete Espadas da Lei e da Vida, através do seu médium Rubens Saraceni (1951 – ), surgida em São Paulo, SP, em 1996, com a criação do Curso de Teologia de Umbanda. Sua doutrina procura ser totalmente independente das doutrinas africanistas, espíritas, católicas e esotéricas, pois considera que a Umbanda possui fundamentos próprios e independentes dessas tradições, embora reconheça a influências das mesmas na religião.

Foco de divulgação: Os principais focos de divulgação dessa vertente são: o Colégio de Umbanda Sagrada Pai Benedito de Aruanda, fundado em 1999; o Instituto Cultural Colégio Tradição de Magia Divina, fundado em 2001; a Associação Umbandista e Espiritualista do Estado de São Paulo, fundada em 2004; os livros escritos por Rubens Saraceni; o Jornal de Umbanda Sagrada editado por Alexandre Cumino; o programa radiofônico Magia da Vida; e os colégios e tendas criadas por seus discípulos.

Orixás: Nesta vertente os adeptos podem realizar o culto aos santos católicos da maneira que melhor lhes convier e os Orixás são entendidos como manifestações de Deus que ocorreram sobre diferentes nomes em diferentes épocas, sendo reinterpretados de maneira totalmente distinta das tradições africanas, não havendo nenhuma vinculação dos mesmos com elas. Considera a existência de catorze Orixás agrupados como casais em sete tronos divinos: Oxalá e Logunan (Trono da Fé); Oxum e Oxumaré (Trono do Amor); Oxóssi e Obá (Trono do Conhecimento); Xangô e Iansã (Trono da Justiça); Ogum e Egunitá (Trono da Lei); Obaluaiê e Nanã (Trono da Evolução); e Iemanjá e Omulu (Trono da Geração). Os sete primeiros de cada par são chamados Orixás Universais, responsáveis pela sustentação das ações retas e harmônicas, e os outros sete, Orixás Cósmicos, responsáveis pela atuação corretiva sobre as ações desarmônicas e invertidas, sendo que alguns deles seriam considerados manifestações do mesmo Orixá nas tradições africanas (Obaluaiê/Omulu e Iansã/Egunitá).

Linhas de trabalho: Considera como linha de trabalho cada tipo de entidade: de Caboclos(as), de Pretos(as)-Velhos(as), de Crianças, de Baianos, etc.

Entidades: Os trabalhos são realizados por diversas entidades: Caboclos(as), Pretos(as)-Velhos(as), Crianças, Boiadeiros, Baianos(as), Marinheiros, Sereias, Povo(s) do Oriente, Ciganos(as), Exus, Pombagiras, Exus-Mirins e Malandros(as).

Ritualística: A roupa branca é a vestimenta usada pelos médiuns durante as giras e encontra-se o uso de guias, fumo, defumadores, velas, bebidas, atabaques, imagens e pontos riscados nos trabalhos.

Livros doutrinários: Esta vertente usa toda a bibliografia publicada por Rubens Saraceni, tendo os seguintes livros como principais fontes doutrinárias: “A evolução dos espíritos”; “A tradição comenta a evolução”; “As sete linhas de evolução”; “As sete linhas de Umbanda: a religião dos mistérios”; “Código de Umbanda”; “Doutrina e Teologia de Umbanda Sagrada”; “Formulário de consagrações umbandistas: livro de fundamentos”; “Hash-Meir: o guardião dos sete portais de luz”; “Lendas da criação: a saga dos Orixás”; “O ancestral místico”; “O código da escrita mágica simbólica”; “O guardião da pedra de fogo: as esferas positivas e negativas”; “O guardião das sete portas”; “O guardião dos caminhos: a história do senhor Guardião Tranca-Ruas”; “Orixá Exu-Mirim”; “Orixá Exu: fundamentação do mistério Exu na Umbanda”; “Orixá Pombagira”; “Orixás: teogonia de Umbanda”; “Os arquétipos da Umbanda: as hierarquias espirituais dos Orixás”; “Os guardiões dos sete portais: Hash-Meir e o Guardião das Sete Portas”; “Rituais umbandistas: oferendas, firmezas e assentamentos”; e “Umbanda Sagrada: religião, ciência, magia e mistérios”.



Abaixo segue a versão gráfica, simplificada, das vertentes acima descritas, de acordo com seu surgimento, bem como uma possível fonte de interrelacionamento entre elas. As vertentes foram, ainda, relacionadas à antiga nomenclatura usada para diferenciar os tipos de Umbanda, que são:

Umbanda Branca – agrupa as Umbandas que seguem uma doutrina mais próxima do espiritismo-catolicismo, utilizando inclusive os livros da doutrina espírita como fonte doutrinária, onde os médiuns se vestem apenas de branco e onde não há uso de atabaque, não há gira para Exus, Pombagiras, Malandros e quaisquer entidades quimbandeiras e não há uso de sacrifícios de animais;

Umbanda Branca Esotérica – caso particular das Umbandas Brancas, pois além de possuírem as características acima, também fazem uso de práticas consideradas de cunho esotérico-ocultista (cristais, numerologia, mantras, meditação, etc);

Umbanda Cruzada contração da antiga expressão Umbanda cruzada com Quimbanda, agrupa as Umbandas onde, além das giras para as entidades da Umbanda, também ocorre gira para as entidades que originalmente faziam parte apenas da Quimbanda (Exus, Pombagiras, Malandros e outras entidades quimbandeiras), caso nos quais os médiuns eram autorizados a usar roupas escuras (especialmente a preta) para incorporar essas entidades e era normal fecharem o Gongá com uma cortina durante o trabalho deles, sendo possível encontrar nessas Umbandas a prática do sacrifício de animais para oferendar as entidades quimbandeiras;

Umbanda Traçada – um caso particular da Umbanda Cruzada, seu nome é uma contração da antiga expressão Umbanda Cruzada Traçada com Candomblé, pois agrupa as Umbandas Cruzadas que possuem doutrinas, ritos e práticas originários das tradições africanas, principalmente aquelas oriundas dos diversos Candomblés, sendo possível encontrar, dentro delas, a prática do sacrifício de animais para os Orixás;

Umbanda Esotérica – um caso particular da Umbanda Cruzada, seu nome é uma contração da antiga expressão Umbanda Cruzada Esotérica, pois agrupa as Umbandas Cruzadas que também fazem uso de práticas consideradas de cunho esotérico-ocultista (cristais, numerologia, mantras, meditação, etc).




Por Renato Guimarães




domingo, 3 de maio de 2015

EGO INFLADO



Não sei se todos os leitores estão familiarizados com o termo “ego inflado”. Então vamos começar por ele. EGO é uma palavra latina correspondente ao EU. Um egoísta é aquele que só pensa em si. Um egocêntrico é aquele que pensa ser o centro do universo. E um ego inflado é um ego que está para além de seus limites.

Gostaria de compartilhar com vocês a definição de inflação egóica que Edward Edinger faz no livro Ego e Arquétipo:

“A definição apresentada no dicionário para inflação é: “Cheio de ar, dilatado pela ação do ar, irrealisticamente amplo e importante, além dos limites das próprias medidas; portanto, vaidoso, pomposo, orgulhoso, presunçoso.” Uso o termo inflação para descrever a atitude e o estado que acompanham a identificação do ego ao Si-mesmo. Trata-se de um estágio no qual algo pequeno (o ego) atribui a si qualidades de algo mais amplo (o Si-mesmo) e, portanto, está além das próprias medidas.”

O Si-mesmo (ou self) é o arquétipo que corresponde à totalidade da psique, assim como seu centro organizador. Seria como uma representação psíquica do Todo, e até mesmo do divino. O Si-mesmo abrange tanto a consciência quanto o inconsciente.

Quando o ego está em um estado de inflação, é como se ele se identificasse com características próprias da divindade, do todo, e do centro.

Durante a infância é normal que nossa atitude seja a de se reconhecer como centro do mundo. Tanto porque nosso ego ainda está em construção, separando-se do inconsciente, quanto porque nosso ambiente nos trata dessa forma. Nós achamos que o mundo e as coisas são nossas por direito. Quando adultos, ficamos esperando que o estado, o chefe, o cônjuge, o terapeuta, Deus ou o destino nos dê aquilo que falta, de forma muito passiva. E quando não ganhamos… raiva e tristeza emergem.

Quem puder, observe a fala e comportamento das crianças pequenas: “a mãe é minha, o irmão é meu, a bola é minha, quero isso, quero aquilo…” e assim por diante. As crianças que são muito mimadas tendem a manter na idade adulta essa atitude de exigir que o mundo e as pessoas correspondam aos seus desejos.

Só um exemplo para ilustrar como funciona: tenho uma sobrinha que fez 8 anos mês passado. Fazemos aniversário em datas próximas, e ela mora em outra cidade. Na época do meu aniversário alguns familiares viriam para Curitiba me visitar, mas ela não queria, estava com preguiça de viajar. E então alguém comentou “e se sua tia não vier no seu?” A resposta veio logo, esbravejando ” Mas como que ela não vai vir no MEU aniversário?”

É engraçado ver como funciona a psique infantil. E para uma criança de 8 anos está perfeitamente normal. O problema é a manutenção desse comportamento em idade adulta. O que antes era bonitinho começa a ficar extremamente cansativo de se conviver e até mesmo doentio.

Uma psicose pode ilustrar perfeitamente esse estado de identificação do ego com o Si-mesmo. Eu não consigo imaginar quantas reencarnações de Jesus Cristo existem hoje na Terra. Ou então aquele indivíduo paranóico, que acredita estar sendo perseguido a todo momento por outra pessoa que quer derrubá-lo. Há uns meses atrás fui abordada na rua por um jovem que contou toda uma trama fantástica, que envolvia metade do mundo, numa conspiração para que ele não arrumasse emprego. Esse ego inflado não consegue admitir que não é tão especial assim. Se não arrumou emprego, só pode ser porque tem alguém sabotando.

O ego inflado se coloca em situações de risco – abuso de álcool, drogas, velocidade, sexo sem proteção, negócios ilícitos, e por aí vai, porque acha que nada pode acontecer com ele. É atribuir a si aspectos da divindade, ser Todo-poderoso e imortal.

Outro aspecto clássico que o ego pode “pegar emprestado” do arquétipo da divindade é a questão de ser o salvador. É o cara que quer ser o herói, ou aquela mulher que se envolve com o tipo mais cafajeste e errado e acha que vai salvá-lo dessa vida. Perceber que não consegue torna a vida dessa mulher muito sofrida, mas é justamente o que precisa para estourar a bolha. Quando ela puder admitir que não tem o poder para mudar o outro, e viver dentro da própria medida, as coisas ficam bem.

Isso pode acontecer com os profissionais da área da saúde, defensoria pública, policiais, religiosos e por aí vai. Acho que boa parte de nós pensa ser o salvador. Só que muitas vezes a gente perde. E aí, como fica?

A vida e a nossa psique naturalmente vai se encarregando de estourar nossa bolha, quantas vezes for necessário, até que possamos ficar dentro da medida que nos cabe. Então no fundo, temos que agradecer aos momentos de revés. Eles nos tiram da ilusão, e facilitam a convivência com o que nos cerca. Desinflar é algo extremamente necessário para que possamos nos situar adequadamente dentro de nossa realidade.

Só podemos torcer para que as alfinetadas, os tombos e os reveses venham. Com sorte, eles virão em uma medida que possamos aguentar. Se o estouro for proporcionalmente maior do que podemos aguentar, caímos em um estado de extrema “alienação do ego”. E pode ser que não sobre nada no que possamos nos agarrar para levantar novamente. Mas esse assunto fica para o próximo post…

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NOTA DE CRISTAL LUZ:

Entendo que quando este texto usa a frase "É atribuir a si aspectos da divindade, ser Todo-poderoso e imortal", aqui trata-se de uma situação onde a pessoa se sente o próprio Deus, único e exclusivo, e não referindo-se ao Ser Superior que se sente parte de Deus, como um todo, compreendendo que os outros também são parte deste mesmo Deus.


Texto de Ana Luisa Testa





quarta-feira, 15 de abril de 2015

CONTRA-ATAQUE ÀS FORÇAS UMBRALINAS

Olá queridos leitores e seguidores do Ametista de Luz, achei interessante este texto, que é uma canalização sobre batalhas no umbral e também com seres extraterrestres, assunto que está muito em alta nos meios espiritualistas, universalistas e esotéricos. Porém, ressalto, que ele tem algumas expressões bem peculiares que muitos de nós não estão familiarizados, que especificam muito nomes de planetas, raças de extraterrestres e grupos hierárquicos. Em vista disso, grafei em verde e violeta o que achei realmente relevante, pois há também uma tendência de direcionamento para o trabalho de cura quantica estelar que realiza o Sr. Rodrigo, e o qual não é o viés que quero enfatizar.

Anna Cirene Aguyrre



Canalização de YASLON YAS através de Rodrigo Romo

Amados filhos da realidade terrestre física,

Entendemos a situação e a preocupação de vocês com relação às diferentes informações existentes sobre a questão de retalhar os ataques das forças umbralinas. No entanto, existem muitos outros fatores que vocês não conhecem relativos ao poder e à influência real dos seres reptilianos e seus associados através dos GRAYS, ZETAS, XOPATZ.

Amados filhos, para a maioria dos canalizadores e dos médiuns do planeta TERRA no plano físico, os confrontos com as forças do UMBRAL, se limitam na crença deles, no plano astral e na questão da projeção fora do corpo. Mas na verdade isso é somente parte das ações e das tarefas que a maior parte de vocês desenvolve sem saber.

Para seus canalizadores e líderes espirituais, que na maioria das vezes usam vocês como testas de ferro em seus trabalhos na espiritualidade, tudo lembra um filme de cinema, onde as balas e tudo é de mentira, onde os mocinhos nunca são afetados e sempre ganham.

Mas na vida real as coisas não são dessa forma, e muitos políticos e pessoas públicas que fizeram profundas mudanças ou mesmo somente tentaram inserir mudanças na estrutura social, política e econômica da vossa civilização, acabaram pagando com a vida, através de acidentes trágicos, doenças estranhas e fulminantes ou mesmo através do básico assassinato encomendado, como foi o caso do Presidente Norte Americano Kennedy e Abraham Lincoln, fora o assassinato de mahatma Gandhi.

As forças rebeldes ou sinistras como vocês as denominam, estão inseridas dentro da estrutura governamental de quase todos os países representativos da atual realidade terrestre, isso inclui a maior parte dos países com alto grau industrial e movimentação financeira representativa no contexto do controle dos grupos secretos como os ILUMINATTIS, SINISTRO GOVERNO SECRETO e as escolas herméticas que esses grupos controlam, para assediar e chipar as diferentes categorias do patamar político, militar e religioso da TERRA.

De onde vocês acham que surge o dinheiro empregado em projetos ilícitos das forças armadas? Justamente do aparente esquema de corrupção dos vossos políticos, que desviam o dinheiro para instituições e grupos que são diretamente controlados pelos ILUMINATTIS e seus agregados nos altos patamares do poder mundial. A fabricação de estações de pesquisa secretas no plano intraterreno, interoceânico, equipamentos HARP, treinamento de tecnologias secretas e outros processos ainda mais secretos que a maioria da sociedade humana nunca imaginaria, são gerenciados com o dinheiro mundial da corrupção e dos desvios de verbas incalculáveis, que deveriam ser empregados no bem estar da humanidade no aspecto social. Todas essas situações que vocês estão vivendo no palco político é na verdade o reflexo do poder das forças umbralinas dos grupos de poder dos reptilianos que através de sua tecnologia e agentes secretos como entrantes, acabam controlando e manipulando a humanidade.

Assim, dessa forma a questão não é apenas brincar de agente secreto no plano astral como muitos canalizadores e médiuns difundem, pois para que isso possa ser efetivamente realizado, pelas pessoas comuns, é fundamental antes de mais nada a disciplina para saber atuar e agir no plano astral.

Existe um aspecto interessante que é o efeito de ressonância. Se uma pessoa é desequilibrada e indisciplinada no plano físico e emocional, ela também tem a mesma configuração no plano astral. Quando se fala em contra-atacar as forças sinistras do plano Astral ou mesmo das bases negativas, isso requer treinamento e disciplina, um requisito que 90% dos humanos não possuem. Além de aprender a seguir uma cadeia de comando sem objeções. Vocês na maioria ainda tem medo de EXU e de suas falanges e querem brigar contra reptilianos. Isso não é um filme de cinema de ficção.

                                     Créditos na foto - Internet
Lembrem-se que toda ação tem uma reação, quando se ataca uma base reptiliana, isso gera um contra-ataque na mesma proporção, porém indo direto à sua fonte. E, como a corda sempre arrebenta no ponto mais fraco, sempre vai sobrar para os humanos o rescaldo dos contra-ataques das forças sinistras.

Por esse e outros motivos estratégicos, através de minha conferencia em Lisboa, foi instruído que os nossos alunos e membros do Comando estelar, não entrassem em confronto direto e de forma aberta, pois esse tipo de informação aberta através da internet acabaria por colocar muitos alunos e pessoas em estado de alerta e ao mesmo tempo em linha de risco do contra-ataque aleatório dos reptilianos e dos outros grupos rebeldes. A questão de limpar ou mesmo de desativar as bases dentro do Umbral é realizado através dos membros do vosso Ancoramento e quando eles entendem que o aluno, no caso vocês, estão prontos para participar dessas tarefas, somente então é que vocês entram nessa outra fase do vosso desenvolvimento sensorial e astral, aprendendo a utilizar os outros veículos psíquicos e astrais que os humanos possuem e desconhecem.

Se partisse do Rodrigo Romo uma informação para que todos os seus alunos entrassem em confronto direto e aberto contra as forças sinistras, a maior parte de seus alunos acabaria entrando em confrontos, muitos holográficos, relativos a seus próprios hologramas e contratos pessoais no processo encarnacional, o que de nada resolveria. Por esse motivo os alunos são selecionados pelas entidades do Ancoramento ou mesmo pelo Rodrigo de forma secreta e sigilosa, para que dessa forma sejam treinados nas suas capacidades extrafísicas, extra-sensoriais, e na utilização das tecnologias necessárias, além disso é importante conhecer plenamente o Ancoramento e seus membros. A maior parte dos alunos não apenas do Rodrigo Romo, mas de outros professores não absorve os ensinamentos e não tem preparo para empregar uma tarefa tão complexa e árdua como essa.

A maior parte de vocês se encontra aprisionado ainda às questões humanas e seus respectivos hologramas pessoais do ciclo encarnacional, o que também são contratos de ordem do umbral. Portanto tentar atuar dentro de uma linha de confronto dessas, acabaria por entrar em choque contra os seus próprios contratos pessoais, que em muitas vezes estão associados à ganancia e à questão de querer dominar o poder, da mesma forma que os reptilianos jogam com os humanos.

Lembrem-se das frase famosa de JESUS CRISTO:

“QUEM NÃO TIVER PECADOS, QUE ATIRE A PRIMEIRA PEDRA”


A guerra declarada contra as forças sinistras passa também pelo envolvimento dos humanos dentro da pratica de magia negra, abuso na política, uso indevido do poder, má índole e outros aspectos dos miasmas geneticamente adquiridos dentro do genoma humano, que foi contaminado pelo registro de alta dualidade dos Anunakis de Nibiru e de outras moradas.

No caso especifico dos alunos formados pelo Rodrigo Romo, ao longo dos últimos 20 anos de cursos e conferencias, existe uma seleção natural de pessoas no plano físico e astral, selecionados através do seu merecimento e esforço em se tornarem seres melhores e se libertarem dos hologramas e da matriz de controle terrestre. Seleção essa que naturalmente os MESTRES e os TRONADOS do Ancoramento da *CQE realizam regularmente, conforme as tarefas são resolvidas pelos alunos tanto no plano da projeção astral, como na sua vida pessoal, através do bom senso, reto viver, reto atuar e agir, demonstrando um verdadeiro crescimento interno.

Por esse motivo que não se pode solicitar a todos os humanos que frequentam os cursos, centros espiritas, Umbanda, candomblé e outros segmentos similares que vistam um escudo e empunhem uma espada, pois não estão preparados nem para resolver as coisas de suas vidas pessoais em detalhes simples, como então solicitar a eles que enfrentem uma guerra que eles já perderam no passado, pela sua fraqueza e ganância pelo poder. Caso contrário não estariam encarnando na TERRA com tantos problemas. Tudo no universo é um fluxo de ressonância e emissão de energia. As almas encarnadas na TERRA se encontram na faixa da ressonância com as forças sinistras e rebeldes desse grupo de Reptilianos, sendo facilmente controlados.

Assim, seria muito arbitrário da parte de Rodrigo Romo, solicitar abertamente às pessoas que declarassem guerra contra as forças sinistras como outros palestrantes têm feito. Do ponto de vista social é muito bonito, mas na pratica mais atrapalha do que ajuda, pois essas pessoas acabam com a sua mente limitada e sem conhecimento atrapalhando as funções dos diferentes grupos e hierarquias da espiritualidade, que têm funções bem específicas na questão do Umbral e das bases negativas existentes em diferentes localidades do planeta TERRA.

Lembrem-se que quando o aluno está pronto surge o MESTRE, portanto inicialmente todos têm que se preparar, começando por fazer o dever de casa, ou seja, trabalhar a si próprio e parar de buscar fora aventuras de consciência para distrair vocês e com isso não realizar o que realmente importa, que é que cada um seja LUZ E AMOR, e não viver de ficção espiritualista como a maioria vive. São vocês do mundo esotérico que inventam e criam os hologramas espirituais, que acabam atribuindo aos Mestres do plano espiritual.

Vocês sabiam que muitos Mestres são invenção holográfica criada pelos líderes religiosos mundiais, desde os tempos remotos do surgimento das primeiras sociedades secretas no antigo Egito e em todos os outros povos e culturas, o mesmo ocorrendo nos dias atuais através dos grupos que manipulam as informações dentro do universo esotérico e místico. Não cabe aqui dizer quem é ou não, mas para que reflitam sobre essa questão, vocês buscam salvadores, mas não querer assumir a responsabilidade pessoal de mudar e amadurecer, sempre é mais fácil os outros fazerem isso por vocês, o que fica claro ao serem avaliados pelos vossos amparadores do plano astral, no qual 94% dos alunos são reprovados.

É muito fácil criticar e acusar de covarde a quem foge da luta, mas essa é justamente a posição dos primeiros a fugirem, ser valente é antes de mais nada, saber obedecer e empregar o conhecimento em seu próprio benefício, para ampliar as chances de vitória, como a maior parte dos humanos, não conhece nem o seu corpo astral, é a mesma coisa que pedir a crianças uma tarefa fora de sua realidade. Por isso o treinamento árduo dentro das escolas dos Mestres, em Aruanda e em outras instituições para poder formar uma alma/pessoa, para que seja capaz de desintegrar uma base no umbral e enfrentar um reptiliano de verdade. O resto são brincadeiras e sonhos de ficção.

O contra golpe dos grupos rebeldes é aplicado no âmbito da fisicalidade, atingindo os pontos mais fracos dos seres humanos, finanças, doenças, família, relacionamento e por fim a morte trágica, depois de muito sofrimento. 

A maior parte dos pesquisadores ou “ditos” esotéricos acreditam que o plano astral está separado da fisicalidade 3D de vocês, esse é justamente o maior engano que cometem, por falta de conhecimento cientifico do que é a matéria e as diferentes frequências da LUZ e de seus componentes, divididos entre ENERGIA ESCURA, MATÉRIA ESCURA e MATÉRIA BARIÔNICA, que representa o seu plano físico 3D. O plano astral é na verdade uma frequência dimensional denominada na ficção cientifica de HIPERESPAÇO, que é na realidade uma bolha de energia entre as diferentes dimensões, servindo de morada para os seres rebeldes. Com a sua tecnologia eles criaram dimensões paralelas, acopladas ao plano físico ou etérico, tendo acesso direto através da psique da própria humanidade entre os diferentes níveis de emissão psíquica e das ondas cerebrais e emocionais da humanidade, que são controlados pela mídia, televisão, cinema, gibis, mangas e outras formas de controle mundial, gerando os hologramas, onde a humanidade se esconde e acaba por alimentar as diferentes realidades umbralinas da biosfera da TERRA. Com isso, quando os seres humanos desencarnam, acabam naturalmente se inserindo dentro desses bolsões de fuga psíquica, o que para muitos é o Umbral, pois essas almas não buscam a luz e nem a paz de seus coração, mas simplesmente os mundos ilusórios e imaginários criados pela religião ou pela vontade de fugir de sua realidade desequilibrada.


Ser um guerreiro das equipes do ARCANJO MIGUEL é antes de mais nada, ser uma pessoa ÍNTEGRA DE CARÁTER, o que é uma raridade dentro da falta de valores que a humanidade vive na atualidade. O TRONO DE MIGUEL não é composto simplesmente de seres que adoram a guerra e o confronto, antes de mais nada eles respeita a VIDA e as diretrizes da LEI DIVINA, o que exige muita disciplina e tolerância por parte de seus guerreiros. Por isso o treinamento e importante. Vocês, filhos da TERRA, têm uma amnésia prolongada e não sabem quem são. Como querem adentrar nas fileiras de MIGUEL sem antes não trabalhar a sua conduta que lhes permita o grau de consciência da ASCENSÃO planetária. A maior parte de vocês está aprisionada na TERRA há mais de 150.000 anos terrenos e ainda continua com o mesmo grau de consciência de quando entraram no planeta. Se fosse tão simples a questão da quarentena e dos conflitos na TERRA eles já teriam sido resolvidos muito antes de vocês terem chegado na TERRA, o que não ocorreu. Portanto, as coisas têm um caminho que não é aquele mais fácil, por que a humanidade está focada no aspecto mais simples e fácil.

Coloquem um espelho em suas vidas particulares e reflitam, quantas vezes escolheram o caminho mais fácil, ao invés do caminho difícil, que exige mais disciplina de vocês. Vejam esse exemplo na alimentação e nas escolhas em geral. Vejam a diferença entre um iogue, que possui uma vida regrada e com uma disciplina que lhe garante vida longa e saudável, mas a maior parte prefere a vida simples, a comida sintética, a gordura e uma vida de doenças. São escolhas, muitas vezes pelo comodismo, e nem por isso as pessoas podem ser taxadas de “más” ou de “negativas”, mas simplesmente escolheram um ritmo de vida mais simples ou cômodo.

No caminho da espiritualidade ocorre o mesmo processo, no qual as pessoas vão até os centro espíritas fazer “pedidos”, somente “pedidos”, não vão aprender nada. Normalmente as questões se limitam a pedir relacionamento, dinheiro, trabalho, poder, conquistas, mas “APRENDIZADO”, isso é raríssimo. O aprendizado não me refiro no âmbito de aprender magia, mas de buscar uma explicação para seu caminho evolutivo na vida. Os terreiros de Umbanda e de Candomblé estão cheios de “pedintes” que normalmente não valorizam o trabalho e a ajuda realizada pelos sacerdotes e pelas equipes espirituais em suas questões pessoais. Tudo isso faz parte do crescimento espiritual que as pessoas não percebem e não avaliam.

A maior parte da humanidade está conformada em ficar aprisionada na TERRA e não entende que a sua “ALMA” vem do espaço interdimensional, não foi criada dentro de um planeta, seja ele a TERRA ou qualquer outro. O caminho da ASCENSÃO é, na verdade, iniciar o caminho de retorno para a sua estrutura EUSOU/MÔNADA, que se encontra em planos não materiais. O planeta TERRA já possui um histórico de conflitos e de dualidade muito maior do que vocês imaginam, muito antes do planeta MALDECK ter sido destruído, o vosso Sistema Solar ou Sistema de MONMANTIA já teve diversos conflitos e guerras geradas pelos seus habitantes nos últimos 3,6 bilhões de anos pela contagem terrestre. Fora os conflitos de Órion, Pégaso, Andrômeda, Capela, Tau Ceti, com os quais a maior parte das Almas acabou sendo transferida no fluxo temporal para a TERRA e os seus planetas vizinhos. A dualidade e a questão do confronto está dentro do seu DNA fisiológico e psíquico, contaminando dessa forma a “ALMA” no decorrer desses bilhões de anos com experiência de elevada dualidade fisiológica.

Assim, incentivar por nossa parte o confronto quando não se tem preparo emocional, e nem o amadurecimento necessário é um desrespeito para com vocês, e acredito que quem faz o contrário o faz sem ter entendimento do que está em jogo na mais profunda expressão da alma de vocês. Temos guerreiros e muitos de vocês são guerreiros, mas momentaneamente no plano da ilusão e dos hologramas que controlam as suas vidas. Para que possam ser guerreiros vitoriosos é necessário um amadurecimento e disciplina internos, para que se tornem pessoas confiáveis perante o CONSELHO CÁRMICO e perante os seus amparadores, para que os mesmos possam confiar a vocês tarefas no sentido de limpeza do umbral e ações táticas de neutralização dos grupos rebeldes e dos núcleos ou células de controle neural da humanidade. Essas ações são realizadas diariamente pelos grupos taticamente treinados pelos membros do Ancoramento da CQE e pelo próprio Rodrigo Romo que atua dentro desse segmento com um grupo seleto de projetores astrais e com cargos e patentes nas esferas dos templos da espiritualidade, gerando assim os sistemas de defesa e libertação das almas aprisionadas. Mas esses trabalhos não podem ser revelados simplesmente para o conhecimento público, pois colocaria em risco a segurança de centenas de pessoas e alunos, além de comprometer as outras ações desses grupos no contexto de libertação da TERRA e de seus habitantes, que está sendo realizado em conjunto pelos diferentes grupos da ALIANÇA GALÁCTICA, FEDERAÇÕES e pelos Mestres da SUPRA CONFEDERAÇÃO.

Amados filhos, ou melhor, Amadas Almas, vocês são um feixe de luz perdida na fisicalidade, há milhares de anos, vagando entre planetas e sociedades, que escolheram trilhar o caminho árduo da dualidade do confronto e do poder. Enquanto essa energia ou foco esteja dentro do vosso coração, será isso o que irão colher no decorrer de sua caminhada. Muitos de vocês acreditam que eu YASLON YAS sou um guerreiro estelar. Na verdade isso é um fractal de minha energia e intervenção no contexto de TETA e de outros clusters em NEBADON e outros universos, mas antes disso sou apenas um emissor de radiação do amor, paz e harmonia, pois em nosso universo:

HARMONIA = AMOR

Nossa origem é muito além do universo material e da configuração dos 7 superuniversos que vocês entendem como materiais. Somos provenientes de um outro e muito mais antigo complexo existencial de bilhões de universos interligados pelas pontes gravitacionais de ENERGIA ESCURA, MATÉRIA ESCURA, TÁKIONS DIMENSIONAIS E POR FIM MATÉRIA BARIÔNICA, com a qual o vosso universo foi confeccionado pelos Filhos VORONANDECK e semeado com almas por alguns FILHOS PARADISÍACOS.

As constantes do universo vão muito além do que a sua tecnologia e ciência atual conseguem explicar, e dentro de tudo isso a dualidade e o confronto são aspectos temporários do imaginário de alguns grupos, que ficaram obcecados pela capacidade de controlar a outros seres e com isso ter a experiência de DEUSES.

O confronto está dentro de toda Alma que não compreendeu a máxima dos ensinamentos do amado Jesus Cristo/Sananda, que bloquear o avanço das forças negativas é uma tarefa e uma obrigação dos seres de luz, para manter o equilíbrio, mas esses seres não têm o confronto dentro de si, mas a disciplina e o entendimento do equilíbrio do universo. Muitos de vocês acham que confrontar os reptilianos é a saída, mas na verdade é uma fuga para o que ainda falta ser trabalhado dentro de vocês como seres de PAZ E HARMONIA. Quando isso é conquistado a energia de vocês derrota imediatamente os reptilianos, pois eles se alimentam da energia de confronto e poder dos humanos e das outras espécies. Se o canal Rodrigo Romo tivesse estimulado o confronto com as forças sinistras, estaria colocando vocês em uma bandeja gratuitamente para os reptilianos e as outras forças sinistras em oposição ao plano do CRISTO CÓSMICO que é justamente estabelecer a paz e harmonia dentro de vocês. Somente com isso conquistado e que vocês podem se tornar GUERREIROS DA LUZ DE MIGUEL. Antes disso vocês são apenas pessoas e consciência perturbadas se intrometendo nos assuntos de gente grande como vocês diriam.
Os alunos que já estão mais tempo em contato com os livros e a literatura que o canal Rodrigo Romo tem escrito, tem já parte dessa compreensão, o que não veio fácil, levou anos, para ser entendido e principalmente terem realizado uma introspecção profunda com isso, para dessa forma uma mudança na sua postura conquistado ao longo de muitos anos. Não se muda uma pessoa de um ano para o outro, ainda mais com os milhares de anos de experiência dentro dos hologramas da dualidade que já vivenciaram.

Amados filho ou almas, realmente existe uma guerra, mas ela está dentro de cada um de vocês. Aí reside o maior perigo, pois vocês são frágeis e facilmente manipulados pelas forças sinistras, através dos movimentos religiosos ou pela mídia, enquanto não houver um trabalho interno de harmonização e de introspecção com as entidades do vosso Ancoramento, os hologramas ainda vão perturbar a vossa realidade física e astral. Essas pessoas quando dormem frequentam os confrontos do dia a dia, ao invés de frequentar as universidades do plano astral dos diversos Mestres. Cada um dos 12 raios possui universidade, assim como Aruanda, Kutumi, Ramatis, Templo dos 22 Raios e muitos outros, para que sejam frequentados por vocês na medida que ocorre o interesse e o despertar. Mas infelizmente a maior parte dos esotéricos anda ainda nas esferas dos hologramas do umbral.

Querem ser guerreiros e derrotar seus opressores reptilianos? Então encontrem a disciplina interna e a harmonia, para não serem derrotados desde o início, pelas suas próprias falhas de caráter humano. Essa é a força dos reptilianos, que reside nas falhas e nas fraquezas humanas. Sempre foi assim e continuará, pois eles criaram vocês e conhecem os pontos fracos da humanidade.
A criação da espécie humana da TERRA e de outras moradas é uma questão biológica, mas a Alma e o Espirito é de energia e de anti-máteria ou simplesmente de Energia Escura. A alma habita temporariamente a matéria biológica, que possui uma carga genética de memórias ou memória celular quântica. Vocês estão vivendo a dualidade residual dos grupos estelares que lutaram durante milênios pelo poder, na escolha deles de controle sobre o próximo. Algumas almas acabaram buscando esse experimento e acabaram se auto aprisionando dentro desse contexto. A nossa função como membros do plano existencial da MÔNADA é ajudar no despertar para o universo da ALMA não somente da matéria biológica. Existe um diferencial bem profundo neste contexto, que a maioria dos seres não percebe, pois se limita somente à matéria e ao holograma que a TERRA é o único planeta do universo.

Bom amados filhos, acho que já expliquei algo para que possam refletir e dessa forma entender qual é o verdadeiro oponente de vocês nesta jornada. O verdadeiro guerreiro da luz é LUZ, PAZ, AMOR, HARMONIA antes de tudo, pois a sua irradiação elimina os oponente pela alta frequência que emana de seus corações e de suas atitudes. Reflitam sobre isso, antes de tomarem atitudes que podem significar milhares de anos no aprisionamento dos hologramas da causa e efeito.

Fiquem na paz de vossos corações.

EU SOU um EU SOU na sintonia da paz e harmonia da libertação dos hologramas.

YASLON YAS.
RODRIGO ROMO, 07/04/2015 – SP.





sábado, 4 de abril de 2015

Desejo a todos meus queridos Amigos Leitores e Seguidores uma FELIZ PÁSCOA COM JESUS, Que a luz do Mestre ilumine a cada um de nós, e faça com resgatemos nosso Cristo Interno, trazendo para nossa vida diária o amor, a caridade e a fraternidade para que sempre lembremos que todos somos um oriundos da mesma Fonte. 

Anna Aguyrre